terça-feira, 22 de junho de 2010

AS DIFERENÇAS TEOLÓGICAS ENTRE OS TESTAMENTOS DA BÍBLIA (A.T. E N.T.)

O presente artigo consiste numa introdução valiosa a estas matérias, teologia do Antigo e do Novo Testamento, freqüentemente complexa pelo fato de não haver estudos específicos nas igrejas, transparecendo as diferenças dessas teologias que elucidem melhor o entendimento do leigo a cerca das Escrituras Sagradas.

O Antigo Testamento forma a primeira parte das Escrituras, é uma coleção de trinta e nove livros (46 na Bíblia católica), que se refere a “Antiga Aliança”, ou seja, a aliança que Deus fez com o povo de Israel.

Já o Novo Testamento forma a segunda parte da Bíblia, ela é uma coleção de vinte e sete livros, mas tem somente um terço do volume do Antigo Testamento. O Antigo Testamento cobre um período de milhares de anos de história, mas o Novo Testamento menos de um século.

Novo Testamento quer dizer, de fato, “Novo Pacto” em contraste com “Antiga Aliança”. O vocábulo “testamento” transmite-nos a idéia de uma última vontade, e só passa a ter efeito na eventualidade da morte do testador. Assim é que o novo pacto entrou em vigor em face da morte de Jesus (Hb 9.15-17).

Existem muitas diferenças entre a teologia do Antigo Testamento e do Novo Testamento. A teologia do Antigo Testamento é o estudo dos atributos de Deus e propósito das suas atividades na história e na vida do povo de Israel, de acordo com a doutrina da revelação divina nos livros sagrados deste povo.

Quando falamos da religião de Israel ou da teologia do Antigo Testamento, não estamos nos referindo a uma religião com objetivos de fazer prosélitos de todas as nações, povos e línguas, e sim, de uma fé nacional cujo objetivo é somente a edificação dos judeus.

Existe um contraste entre a teologia judaica e a teologia no Novo Testamento. Os israelitas não dão ênfase a doutrinas tais como criação, queda do homem, dilúvio, demônios, etc. para os judeus estas coisas não tem importância. A fé judaica tem a ver com a vida do povo de Israel e seu desenvolvimento por todo Antigo Testamento. Ensinos sobre Satanás, demônios, possessões demoníacas, curas, etc. não são de grande valor para o judeu, pois, apesar de constar alguma coisa sobre estes assuntos no Antigo Testamento, somente tiveram ênfase no Novo Testamento.

Entretanto, quando falamos da teologia do Novo Testamento e Antigo Testamento, estamos falando do estudo sistemático numa ordem lógica de assuntos sobre Deus, Revelação, a ação e função do Espírito Santo, salvação, conceito de pecado, etc. Assim sendo, existe diferença da teologia que encontramos no Antigo Testamento e a teologia que encontramos no Novo Testamento.

As características da teologia do Novo Testamento têm aspectos diferentes e esclarecedores quando comparadas à teologia do Antigo. Para termos uma visão do ensino teológico do Novo Testamento tem que haver o conhecimento do pensamento nos escritos dos Evangelhos sinópticos, Evangelho de João, a teologia de Paulo, de Tiago, de Pedro, Judas e do Apocalipse.

A teologia do Antigo Testamento é voltada para as massas, para o povo de uma forma coletiva, dentro dos princípios da visão da Lei mosaica. O cerne da teologia do Antigo Testamento tem como figura relevante o povo de Israel e não o fator gentil. Para as demais nações existe a promessa das bênçãos mencionadas a Abraão: “Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei aquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). As festas mosaicas, costumes dietéticos, sacrifícios de animais e vida do povo judeu sob a Lei de Moisés resultam a construção da teologia do Antigo Testamento que os colocava na condição de nação separada por Deus.

Na teologia do Novo Testamento a individualidade da salvação de cada um passa a ter importância decisiva para se alcançar o Reino de Deus. A questão do juízo divino é bem mais enfocada nas páginas do Novo Testamento. Enquanto as batalhas no Antigo Testamento são conflitos entre nações, no Novo são espirituais. Na teologia Paulina a batalha mais intensa e feroz não é a luta com as armas de uma guerra comum, e sim, uma luta espiritual: “Pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes” (Ef 6.12). A ação demoníaca não é tão ensinada nos ensinos judaicos, enquanto que, nos Evangelhos, muitos que eram curados por Jesus, deles saíam demônios. Inclusive na teologia encontrada nos ensinos de Jesus, há um imperativo para se curar enfermos e expulsar demônios: “Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai” (Mt 10.8). Os contrastes encontrados nas duas teologias nos permitem assegurar que somente os ensinos do Antigo Testamento não seriam o suficiente para a pregação da libertação que a história humana ainda tem necessidade. A doutrina que encontramos na teologia do Novo testamento complementa ou elucida melhor o que ficou um tanto obscuro pela teologia judaica.

O Antigo Testamento é a parte preparatória de Deus para revelações maiores e mais profundas ao homem. Por isso é especial. Deus providenciou uma revelação e mostrou seus diferentes métodos. Nesta época era muito enfatizada a questão do “temor do Senhor”, uma idéia que começou na era patriarcal e que foi sendo desenvolvida até que a casa de Davi e o templo de Salomão tivesse sido estabelecidos, sendo assim, os profetas poderiam a partir deste momento, focalizar sua atenção sobre o plano e reino de Deus no seu alcance mundial, usando é claro a nação de Israel. Infelizmente, porém, o pecado de Israel também exigiu boa parte da atenção dos profetas, pois ao invés de quererem a conversão das nações, quiseram a destruição delas ou ser igual a elas. Com essas revelações o mundo deveria esperar até que chegasse a “plenitude dos tempos” (Gl 4.4), no Novo Testamento.

Na teologia do Antigo Testamento, Israel foi chamado de “reino de sacerdotes e nação santa” (Ex 19.6). Deus, com todo o amor delineava os meios morais, cerimoniais e civis de se cumprir tão alta vocação. Viria no ato primário do Êxodo, com a graciosa libertação de Israel do Egito, operada por Deus, a subseqüente obediência de Israel, em fé, aos dez mandamentos, a teologia do Tabernáculo e dos sacrifícios, e semelhantes detalhes do código da aliança (Ex 21-23) para o governo civil. Deus tinha o propósito com isso, fazer com que Israel intercedesse pelos outros povos e anunciasse que somente Yahweh é Deus, sendo assim, o propósito de Deus com Israel no seu plano de alcançar as nações era atraí-las usando Israel como exemplo para que as outras nações adorassem o Senhor como o único Deus.

Na teologia do Novo Testamento, vemos um propósito diferente de Deus com a igreja, ao invés de atrair as outras nações como no Antigo Testamento mediante testemunhos de vitórias em guerras, santidade excessiva, prosperidade material e etc, Deus mandou imperativamente que sua igreja fosse às nações e pregasse pura e exclusivamente o evangelho de Jesus Cristo, não os colocando como padrão de coisa alguma, mais sim, Cristo pelo poder do Espírito Santo.

Na teologia do Antigo Testamento, quando vemos as doutrinas propriamente ditas, observamos que o conceito do Espírito do Senhor passou por um processo de desenvolvimento. Os israelitas nunca entenderam o Espírito do Senhor como sendo a terceira pessoa da Trindade. Somente no Novo Testamento é que a doutrina do Espírito de Deus se torna mais definida teologicamente. O conceito de Israel sobre o Espírito de Deus é diferente da interpretação da igreja, pois, dentro da teologia judaica somente se crê na pessoa do Pai. Porém, a igreja vê nas palavras de Jesus a existência irrefutável da Trindade (Mt 28.19).

Na teologia do Novo Testamento, a ação do Espírito Santo no ministério do apóstolo Paulo era real. Paulo nos orienta a termos uma vida totalmente voltada para submissão ao Espírito Santo.

A santificação, o crescimento na graça são frutos do viver no Espírito. O Espírito Santo é Deus operando no aperfeiçoamento do corpo de Cristo, a igreja. A igreja aparece como corpo onde Cristo é a cabeça.

Do ponto de vista dos escritores do Antigo Testamento, o pecado para com Deus não era algo propriamente individual e sim, uma questão nacional. A responsabilidade quanto ao pecado era um problema coletivo da nação de Israel (Jr.2.13). Os profetas denunciaram os males sociais como pecados contra Deus (Mq 3.9-11; Am 2.6). As gerações presentes sofriam as conseqüências das transgressões das gerações passadas (Lm 5.7). O recado de Deus sempre era uma mensagem para o conserto do povo (2Cr 7.14). A conseqüência da desobediência envolvia o castigo na vida nacional (Ez 14.13). Os profetas ensinaram com clareza e com ênfase que qualquer injustiça praticada contra o próximo é pecado contra Deus. Condenaram severamente todas as formas do pecado social, o adultério, a opressão do pobre e do operário, o suborno, a fraude e todos os atos perversos. Os profetas deram mais ênfase à natureza pecaminosa do homem que comete o pecado. Atos de pecador que, no seu egoísmo, na sua arrogância e no seu espírito revoltoso contra o Senhor, trazia a ruína sobre a nação.

Na teologia do Novo Testamento, podemos observar o conceito de pecado de Paulo como um conceito que enfatiza o indivíduo e não uma coletividade. Em Romanos 5.21 “Para que assim como o pecado veio a reinar na morte, assim também viesse a reinar a graça pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor”, ou seja, o pecado é uma realidade e Paulo o apresenta como uma herança de Adão. Romanos 5.12 “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram”, ou seja, Adão fora criado para viver eternamente e continuaria nesta condição se não houvesse pecado. Toda criação sofre por causa do pecado, este é universal e afeta toda natureza e não somente o homem. Romanos 8.19-22, “Porque a criação aguarda com ardente expectativa a revelação dos filhos de Deus. Porquanto a criação ficou sujeita a vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que também a própria criação há de se libertar do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda criação, conjuntamente, geme e está com dores de parto até agora”.

As características da salvação na teologia judaica estão impressas na vida social do povo. Se o povo sofria fome, derrotas nas guerras, doenças, pestes e pragas nos animais e nas plantações, estas coisas eram interpretadas como o povo estando em pecado e sendo castigado por Deus, entretanto, se ocorresse o contrário, o povo tendo fartura, vencendo nas guerras, realizando boas colheitas e não sofrendo doenças nem pragas, significava que a nação estava sendo abençoada por Deus e fazendo o que era reto diante dos seus olhos. A prosperidade do povo para o judeu era visto como bênçãos vindas da parte do Senhor (Jr 29.7; Dt 28.11-14). Mediante a este fato, a salvação do judeu nunca era interpretada como sendo algo individual, e sim, algo coletivo e nacional. Havia promessas de melhoras na terra caso o povo se concertasse (Is 1.9; 2Cr 7.14).

Jesus (teologia do Novo Testamento), no entanto, na sua mensagem ao povo de Israel, enfatizou o aspecto da salvação individual, mostrando a responsabilidade pessoal de cada indivíduo diante de Deus (Jo 3.3; 3.16; 6.35). Jesus veio abrir os olhos dos “legalistas”, mostrando que não bastava apenas cumprir de forma mecânica o código ético das leis morais, era preciso saber discernir entre o “cumprir por cumprir” e o “cumprir por amor”, e que isso não levaria ninguém para o céu. É o que Paulo vai deixar claro em algumas de suas epístolas, quando enfatiza a salvação pela graça de Deus mediante o sacrifício do Senhor Jesus Cristo e não por simplesmente guardar a Lei mosaica.

No conceito dos escritores do Antigo Testamento, a esperança messiânica significava crença na vinda de um Messias ideal por parte de Deus, com aspectos importantes para a vida judaica como o juízo divino, redenção de Israel, e uma nova era na história com a direção e reinado do próprio Messias (Sl 98.7-9; Is 40.10, 11). Segundo algumas profecias do Antigo Testamento, Yahweh virá pessoalmente estabelecer o seu reino na terra para sempre, e reinará com seu povo. Nesta era vindoura Israel será uma benção para toda nação (Dt 28.10).

Os judeus tinham tanta esperança nesse reinado do Messias à frente da nação de Israel que pensou que ele viria como um “rei Davi” que guerrearia a favor deles, no plano físico, por isso, no momento um pouco antes da ascensão de Jesus aos céus, os judeus-cristãos pensaram que naquele instante Israel seria restaurado e passaria a reinar no mundo sob a direção de Deus (At 1.6). Jesus, no entanto, respondeu que quanto ao dia em que o Senhor virá para implantar o seu Reino ninguém sabe somente o Pai nos céus (At 1.7).

Uma das características da teologia do Novo Testamento são as pregações de Jesus nos evangelhos sinópticos enfatizando o “Reino de Deus”. O reino de Deus é chegado e se torna uma experiência presente, ou pode ser interpretado também como afirmam muitos teólogos: “o Reino era totalmente futuro, mas estava tão próximo que seu poder já poderia ser sentido no presente”. O Reino de Deus tem então dois momentos: no cumprimento das promessas do Antigo Testamento com a missão histórica de Jesus, e na consumação dos séculos por ocasião da segunda vinda de Cristo. Para os judeus, o reino era sempre uma esperança terrena; algo assim como a terra sendo redimida da maldição do mal e a restauração de Israel num reino governado pessoalmente por um líder vindo diretamente da parte de Deus. Jesus Cristo veio esclarecer que seu reino não seria como os reinos políticos terrenos (Jo 18.36). Dentro das páginas dos Evangelhos Sinópticos há muito mais ênfase a demônios e possessões demoníacas do que no quarto evangelho. No ensino dos sinópticos, também, a idéia do Messias (o Ungido), indicava alguém com uma designação divina e unção especial para uma missão exclusiva determinada por Deus. A expressão “Filho do Homem” tem uma referencia particular a humanidade real de Jesus: era o Deus-Homem.

Jesus Cristo pregava o Evangelho do Reino, não um reino político ou material, mas um reino espiritual e futuro. Jesus enfatizava o aspecto escatológico. Nos seus ensinamentos, Jesus Cristo enfatizava que sua morte e ressurreição era uma necessidade para a salvação do ser humano. Por várias ocasiões Jesus Cristo ensinou esta doutrina.

O aspecto da teologia encontrada entre os judeus no Antigo Testamento se dissipa e dá lugar ao ensino para comunidades gentílicas, livres da Lei – uma ruptura entre a igreja e a sinagoga. Com a conversão dos gentios a igreja cada vez mais se torna menos judaicas, para dar lugar a uma doutrina livre dos ditames dos costumes dos judeus. A segunda vinda do Senhor tem também algum destaque na teologia Paulina (1Ts 4.13-16), apesar de seus ensinos enfatizarem muito mais a conduta cristã no mundo.

Cristo foi divinamente nomeado ao sumo sacerdócio. Cristo ofereceu-se a si mesmo voluntariamente como um sacrifício que jamais precisará ser repetido, ao passo que as repetitivas ofertas de animais desmascaram a sua ineficácia, pois animais inferiores não podem tirar os nossos pecados. Jesus é apresentado por Pedro como o Salvador cuja obra redentora foi consumada no gólgota.

Conclui-se que mesmo que as teologias do Antigo Testamento e do Novo tenham bastantes diferenças, podemos ver a forte influencia da teologia o Antigo no Novo. Pois, Para os primeiros cristãos, a teologia do Antigo Testamento com base na Lei, continuava sendo a palavra de Deus e um guia para vida, mas já não era o centro das atenções. Jesus agora era o centro de todo o pensamento cristão. A luz da vinda de Jesus, os primeiros cristãos concluíram que certas partes da Lei não tinham mais validade. Contudo, todos os dez mandamentos são reafirmados no Novo Testamento, exceto a observância do sábado.

Essas decisões sobre como aplicar a teologia do Antigo Testamento tomavam tempo e com freqüência causavam conflitos, como mostra o livro de Atos. Estevão enfraqueceu a ênfase no templo de Jerusalém (At 7.47-50). Pedro teve uma visão na qual viu alimentos impuros; ele concluiu que alimentos e pessoas não devem mais ser considerados impuros (At 10.9-16, 28; Marcos 7.19).

O concílio de Jerusalém decidiu que os gentios não precisavam observar a Lei judaica para se tornarem cristãos. (At 15). Não precisavam ser circuncidados. Essa foi uma decisão crucial, que tornou a atividade missionária mais fácil e evitou que o cristianismo prosseguisse como uma seita do judaísmo.

A epístola dos Hebreus pôs de lado o sacerdócio ineficaz do Antigo Testamento com seus sacrifícios de animais (Hb 7.11-18). Jesus é visto como sacerdote eterno cuja morte e ressurreição foram eficazes de uma vez por todas. Os sacrifícios no Antigo Testamento não passam de sombra do que agora é a realidade em Cristo.

Os cristãos de hoje não podem ignorar a teologia do Antigo Testamento. É claro que o enfoque nunca pode estar em suas práticas de rituais e cerimoniais, nem em uma obediência legalista. Os cristãos devem estudar a teologia do Antigo Testamento a luz da teologia do Novo Testamento que é baseado na vida, morte e ressurreição de Cristo, para aprender sobre como Deus se relaciona na história com as pessoas e sobre sua vontade de que elas vivam em amor. Então poderão entender porque Tiago 1.25 fala da lei como “lei perfeita e lei da liberdade”.


BIBLIOGRAFIA

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3 comentários:

  1. Prof. Jairo Frias25 de junho de 2010 17:15

    Este texto esta muito esclarecedor, e tremendamente didático, usei o mesmo em umas das minhas aulas sobre hermenêutica bíblica, e os alunos entenderam plenamente os propósitos diferenciados dos testamentos sagrados. continue assim e que Deus continue a te usar como instrumento vivo na área do ensino. A paz do Mestre!!!

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  2. Isael de Oliveira25 de junho de 2010 19:32

    Gostei bastante deste artigo, me elucidou bastante quanto a dúvidas que tinha sobre o assunto. Obrigado por facilitar a vida de pessoas como eu, que tem dificuldade de aprendizado. Deus está te usando!!! até!

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  3. Este texto esta muito interessante, gostaria de pedir que disponibilizasse algum estudo sobre o Islã, pois gostaria de entender melhor esta religião. parabéns!

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